Quem já não enfrentou aqueles famosos "brancos"? antes de atribuirmos o fato ao envelhecimento ou à correria diária, que tal refletirmos sobre quais os tipos de alimentos fazem parte do nosso cardápio?
Vários estudos têm mostrado que a dieta equilibrada é fundamental para o bom funcionamento do cérebro, alguns cientistas do Human Nutrition Research Center on Aging (HNRCA), da Universidade Tufts, uma das mais renomadas instituições de pesquisa dos EUA, estão empenhados em mostrar que uma alimentação equilibrada e adequada contribui para evitar o declínio das funções cognitivas e prevenir doenças degenerativas progressivas como Alzheimer, que ocasiona esquecimentos, dificuldade de raciocínio e alterações de comportamento.
As frutas, vegetais, sementes, nozes e grãos contêm diversos compostos que melhoram as conexões entre as células nervosas.
Pesquisas Têm mostrado que a exclusão de carne da mesa e o acréscimo na ingestão de vitamina B2 favorecem a recuperação das funções motoras em portadores da doença de Parkinson, que afeta o sistema nervoso central e é caracterizada por tremores e rigidez muscular. Segundo o neurologista Cícero Galli (Unifesp), carnes em geral produzem toxinas lesivas aos neurônios.
Uma dieta rica em colina, micronutriente derivado de um aminoácido encontrado fartamente na gema do ovo, não só estimula a atividade cerebral, como pode ser particularmente benéfico para a memória.
O peixe alimenta o cérebro e a memória em particular. Ainda mais se for de águas frias, como salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala, por fornecerem ácidos graxos altamente benéficos, do tipo ômega 3, que tem reconhecida ação antiinflamatória. Esse ácido graxo preserva as membranas dos neurônios, colaborando para a troca de informações entre eles, também possue a vitamina D que contribui para a renovação do neurônio.
A maçã é uma das principais fontes de fisetina, composto que favorece o amadurecimento das células nervosas e estimula os mecanismos cerebrais associados à memória, segundo estudos efetuados por Pamela Mahler e equipe do Instituto Salk, nos EUA. Outras frutas ricas do fitoquímico são morango, pêssego, kiwi e uva. Ele também é achado na cebola e no espinafre.
Segundo pesquisadores do The Peninsula College of Medicine and dentistry, no sudoeste da Inglaterra, a amora mostrou-se capaz de reverter déficits de memória associados à idade, a reversão dos danos cognitivos é atribuída à presença de flavonóides, que exercem efeitos benéficos na aprendizagem e na memória porque protegem os neurônios. A equipe elaborou um ranking com as frutas mais pródigas nesses antioxidantes. Em ordem decrescente, são elas: mirtilo, ameixa preta, amora, framboesa, morango, cereja, abacate e uvas vermelhas. No caso, o morango também contém outro antioxidante de ponta, a vitamina C, encontrada ainda nas frutas cítricas, como laranja, limão, acerola e kiwi.
O ideal é o equilibrio entre os alimentos por isso, antes de se empolgar com as últimas descobertas, saiba que não adianta exagerar no consumo de um alimento e descuidar dos demais, fazendo refeições mal planejadas. Mesmo porque todos os nutrientes têm seu valor para o cérebro e não esqueça! fora uma boa alimentação atente-se a outros fatores tais como: o controle o estress, os planos e objetivos de vida. Aprenda habilidades novas, cultive relacionamentos sociais, viva com paixão. Muitas pessoas realizaram seus sonhos na segunda metade da vida, entre eles, o cientista Albert Einstein e o líder Nelson Mandela.


Fonte: Viva Saúde, a revista do bem estar de toda a família.


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