
Brincar é natural e indispensável para o desenvolvimento infantil normal. As crianças brincam para ampliar a compreensão do mundo. Os brinquedos estimulam a criança a explorar seu universo com inteligência. Na brincadeira, a criança está descobrindo seu mundo exterior e o mundo interior de seus próprios pensamentos e emoções.
As crianças com menos de três anos nem sempre brincam juntas em harmonia, mas vão aprendendo, aos poucos, a tolerância e a cooperação. À medida que crescem, começam a emprestar seus brinquedos e a compartilhar as brincadeiras com companheiros. Nesse sentido, a brincadeira é também uma forma de interação social, aspecto relevante para a socialização infantil.
O uso do brinquedo é aberto. A criança dispõe de um acervo de significados. Ela deve interpretá-los, ou seja, a criança confere significado ao brinquedo, durante sua brincadeira. O brinquedo, portanto, não condiciona a ação da criança: apesar de oferecer um suporte determinado, ganha novos significados através da brincadeira
As crianças não precisam de muitos brinquedos nem de espaços enormes para brincar. Os pais devem oferecer para seus filhos lugares nos quais se sintam seguros, além de dar liberdade de escolha dos brinquedos. Os filhos devem dispor de horários para brincar livremente, onde possam utilizar sua criatividade e imaginação e, assim, aprender.
Texto baseado nas seguintes fontes:
BROUGÈRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Editora Cortez, 1997.
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. Guia médico da família. São Paulo: Editora Best Seller, 1992
DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA HOSPITAL ALBERT EINSTEN. A saúde de nossos filhos. São Paulo: Publifolha 2002
As crianças com menos de três anos nem sempre brincam juntas em harmonia, mas vão aprendendo, aos poucos, a tolerância e a cooperação. À medida que crescem, começam a emprestar seus brinquedos e a compartilhar as brincadeiras com companheiros. Nesse sentido, a brincadeira é também uma forma de interação social, aspecto relevante para a socialização infantil.
O uso do brinquedo é aberto. A criança dispõe de um acervo de significados. Ela deve interpretá-los, ou seja, a criança confere significado ao brinquedo, durante sua brincadeira. O brinquedo, portanto, não condiciona a ação da criança: apesar de oferecer um suporte determinado, ganha novos significados através da brincadeira
As crianças não precisam de muitos brinquedos nem de espaços enormes para brincar. Os pais devem oferecer para seus filhos lugares nos quais se sintam seguros, além de dar liberdade de escolha dos brinquedos. Os filhos devem dispor de horários para brincar livremente, onde possam utilizar sua criatividade e imaginação e, assim, aprender.
Texto baseado nas seguintes fontes:
BROUGÈRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Editora Cortez, 1997.
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. Guia médico da família. São Paulo: Editora Best Seller, 1992
DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA HOSPITAL ALBERT EINSTEN. A saúde de nossos filhos. São Paulo: Publifolha 2002
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